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Varejo eletrônico
A participação da classe “C”, público com menor poder aquisitivo, no mercado virtual foi o principal impulso. Até 2001, pessoas com renda de até R$ 1 mil, representavam 6% das vendas do comércio eletrônico. No último levantamento, chegou a 8%.
Leia no: http://pegntv.globo.com/Pegn/0,6993,LIR316340-5027,00.html
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Comércio Eletrônico no Brasil
A Forrester Research estima que o mercado de comércio eletrônico no Brasil foi de R$ 1,8 bilhão em 2004, crescerá para R$ 2,8 bilhões, em 2005, e atingirá R$ 12,8 bilhões até 2010, representando uma taxa de crescimento médio anual de 36%, comparado a 14% no mercado mais maduro dos EUA. Adicionalmente, dados da Forrester Research afirmam que o número de pessoas que compram na internet foi de 3,6 milhões e chegará a 29,5 milhões em 2010.
Os varejistas de comércio eletrônico possuem diversas vantagens comparativas em relação aos varejistas tradicionais no Brasil. Dentre elas, a capacidade de atingir e atender a um grupo de clientes amplo e geograficamente disperso, com eficiência, a partir de um depósito central, um custo menor de gerenciamento e manutenção do site na Internet, em comparação aos custos de manutenção de lojas físicas, e o potencial para interação personalizada a baixo custo com o cliente. Os varejistas de comércio eletrônico podem coletar dados demográficos e de comportamento de compras rapidamente para responder às mudanças de hábitos e preferências dos consumidores, ajustando eficientemente sua seleção de produtos, conteúdo editorial, interfaces de compra, preço e apresentação visual.
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Sempre acreditei que velocidade era o grande diferencial para se vender na internet. Lembro que por diversas vezes fiquei chateado com um site de um banco por estar demorando alguns segundos a mais para abrir uma página. Esquecia sempre de levar em conta, no momento de nervosismo que, se tivesse que ir ao banco, aqueles segundos a mais seriam no mínimo 15 minutos. Sendo assim, velocidade era tudo para ter sucesso na internet.
Recentemente, tive uma experiência que me fez mudar de idéia e perceber que a velocidade é importante sim, porém, se o conteúdo é relevante, o tempo acaba tendo um peso menor na hora de explorar novos endereços. Quando navegava pela rede entrei em um desses sites onde é possível assistir vídeos e filmes e percebi que um dos meus critérios para selecionar o que iria ver era o tempo de duração, ou seja, os filmes de no máximo 3 minutos.
Deparei-me com um vídeo de 30 minutos no qual um garoto explicaria como imitar a voz do ator americano Christopher Walken. Claro, não entrei, afinal, em trinta minutos assisto dez outros filmes, mas fiquei com uma pulga atrás da orelha. Percebi que tinham outros internautas que faziam a voz do ator, porém não explicavam o como fazer. Fiquei curioso para saber como esse garoto iria me prender por tanto tempo, e decidi dar uma olhada espiada.
Conclusão, além de assistir o filme inteiro, entrei no site dele e acho que fiquei uma hora navegando no conteúdo. Moral da história, qual é o diferencial para se vender na internet? A resposta é fácil: simular ou demonstrar uma experiência que os usuários se identifiquem. Nós, seres humanos, precisamos viver em sociedade e é pré-requisito que você se identifique com um grupo.
Demonstre o seu produto em ação, mas em ação na mão de um usuário real. Faça com que o internauta, ao navegar, consiga se transportar e ser aquela pessoa. Hoje, os “realities shows” fazem sucesso porque seguem este princípio. Demonstram uma realidade com a qual posso me identificar, e que me faz acreditar que eu poderia substituir aquele personagem.
Não há necessidade de superproduções, troque isso por uma estrutura simples e que retrate as realidades de execução do seu publico alvo. Um bom exemplo disso são as inúmeras promoções que solicitam aos internautas que façam filmes com os produtos oferecidos pela marca. Um tremendo sucesso que, impressionantemente, tomam um tempo danado.
Por Dominic de Souza, contry manager da multinacional holandesa DQ&A.
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Pela primeira vez no País foram comercializados mais computadores do que televisores. Em 2007, 10,7 milhões de unidades foram adquiridas, enquanto que as vendas de televisões ficaram em torno de 10 milhões
Por Mariana Ditolvo
Queda nos impostos, aumento de produção, ampliação do crédito popular e câmbio favorável são os fatores que levaram as vendas de computadores no País superarem as de televisores. Um levantamento da consultoria IDC Brasil mostra que 10,7 milhões de computadores foram comercializados no ano passado – crescimento de 38% em relação a 2006.
Já no mercado de TV, as vendas permaneceram estáveis, mesmo após o lançamento da televisão digital no País. Em 2007 foram comercializados cerca de 10 milhões de equipamentos, contra 10,8 milhões no ano anterior. Pela previsão da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), o ritmo deve se manter em 2008. Do total de aparelhos adquiridos pela população em 2007, um milhão é relativo a modelos de plasma e LCD. Em 2006, esse número ficou em 350 mil.
Em relação aos computadores, o Brasil agora ocupa o quinto lugar no ranking mundial de vendas, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido. Estima-se que o País irá assumir o terceiro lugar em dois anos.
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Mercado popular virtual

Eles passam o dia de olho no computador. De olho em cada compra feita por internautas em lojas virtuais. Desde 2000, a consultoria especializada em comércio virtual acompanha, através de uma pesquisa diária, o perfil, o valor e a satisfação dos clientes de mais de 1 mil lojas virtuais cadastradas.
Pedro Guasti, diretor da consultoria, é quem coordena a avaliação dos dados.
Os números são surpreendentes: 90% das compras são feitas de casa, do local de trabalho e das lan houses; 80% dos negócios online são feitos com cartão de crédito ou boleto bancário.
Esse mercado movimenta mais de R$ 6 bilhões por ano, só no Brasil. Em 2007, o número de internautas cresceu 50%. Isso significa que, hoje, navegam na rede 39 milhões de brasileiros.
“A gente percebe que, com a nova facilidade de compra de computador, parcelamentos, um público que antes não comprava, começa a comprar, agora. A gente tende a verificar uma classe de renda começando a acessar a internet, a comprar”, diz o empresário Pedro Guasti.
Até R$ 1,2 mil. Esta é a renda familiar da classe C, considerada pela pesquisa. Mas o André Ori, auxiliar técnico, vive com menos. Por mês, ele recebe exatos R$ 900. Brutos. Líquidos são R$ 800. Casado, pai de dois filhos, ele é mais um que já caiu na rede.
“Esse computador eu comprei através de uma lan house e paguei no cartão”, conta André Ori.
André passa cada vez mais longe das lojas e vitrines. Ele é o exemplo típico do comprador virtual classe C, detectado pela pesquisa, que apontou, como principais vantagens para a compra via internet, o conforto, a praticidade. Além de um maior parcelamento nas compras.
“Eu estava pensando em comprar outro videogame, desfazer desse e até vender ele na internet, também. Estava pensando em comprar um outro produto melhor”, conta André.
Descobrir caminhos para fazer parte desse comércio virtual. Quem já tinha uma empresa física teve que deixar possíveis resistências de lado e aprender a vender longe do balcão.
Há três anos, o empresário Moisés Sirventer convenceu o pai a ter, também, uma loja virtual. Hoje, o empresário coordena o departamento de negócios virtuais criado por ele.
São 12 mil produtos cadastrados no site. Os mais vendidos são os de menor preço: tapetes, calotas e o campeão de vendas: capas para pneus. Os resultados vieram rápido. O crescimento anual da loja virtual é de 50%. E o faturamento mensal da empresa gira em torno de R$ 100 mil, que equivalem a um terço do faturamento da empresa mãe.
“O comércio eletrônico é um sonho. Então, no fundo a gente esperava”, afirma o empresário Moisés Sirventer.
O caminhão do sonho de consumo da classe C: eletro-eletrônicos, assim como na classe A, são os produtos mais vendidos pelas lojas virtuais.
Em uma loja, existe um show room com os produtos vendidos pela internet. São 1,5 mil itens fotografados e disponíveis no site da empresa, que tem, diariamente, 15 mil acessos e 110 vendas fechadas.
Com o crescente poder de consumo da classe C, a empresa desenvolveu, para esse ano, uma série de ações voltadas para conquistar esse público.
“Nós temos, assim, produtos com valor menor e aplicamos aí, condições pra que esse cliente possa comprar em 10, 12 vezes no cartão, sem juros. E colocamos, também, frete grátis, algumas facilidades que, antes, no e-commerce, eles não encontravam. Agora, isso já é uma realidade”, diz Eliane Freitas, gerene da loja virtual.
O cliente internauta precisa estar seguro de que se houver qualquer problema na compra virtual, pode ser resolvido no mundo real. Para tanto, os Sacs, Serviço de Atendimento ao Cliente, é estrutura fundamental. O dono da empresa, Mauro Strengerowski, lembra que o comprador virtual tem direitos até mais amplos que o convencional.
“Pela venda normal, ele teria até sete dias de prazo para poder desistir de uma compra, enquanto que no comércio virtual ele tem, até, 30 dias. E é tudo feito de uma forma eletrônica, muito prática, sem dor-de-cabeça”, diz Mauro.
Para montar uma pequena empresa on-line, o empresário explica que não é necessário um investimento muito pesado e sugere ao futuro empreendedor, os sites especializados no assunto.
“Não é nem um pouco complicado conseguir abrir o seu próprio negócio virtual, principalmente, para que se ofereçam serviços. Mas, também é importante conseguir acesso aos sites de busca, através dos quais, você coloca a atividade que está sendo procurada e o seu nome vai ser referenciado”, aponta Mauro.
Com tantos recursos, o panorama é promissor.
“Eu acho que a tendência inevitável é de um aumento muito, muito grande nesse tipo de venda”, acredita Mauro.
Assista a reportagem no site do programa Pequenas Empresas e Grandes Negócios:
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A Apple está negociando com grandes gravadores oferta de acesso livre ao catálogo de sua loja de música iTunes em troca pelo pagamento de um prêmio por iPods e iPhones, informou o Financial Times. Citando pessoas próximas das negociações, o jornal informa que as discussões estão sobre uma disputa de preço que a Apple estaria disposta a pagar para ter acesso aos catálogos das gravadoras.
Um executivo da indústria informou que pesquisa mostrou que os clientes pagariam um ágio de até 100 dólares para terem acesso ilimitado à música durante a vida útil de seus aparelhos, ou uma quantia mensal de 7 a 8 dólares, em modelo de assinatura. Representantes da Apple não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
Fonte: Reuters
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Um número recorde de consumidores americanos irá às compras na internet na temporada de compras de fim de ano. Vao gastar mais de U$ 39 bilhoes, diz uma pesquisa da Jupiter Research. A previsao é de que 126 milhoes de pessoas nos EUA vao comprar itens na web até o final de dezembro – alta de 6% em relaçao à temporada do ano passado. Os varejistas vão intensificar seus esforços para atrair consumidores e devem usar o links patrocinados em busca como principal ferramenta, diz a pesquisa. Noticia da France Presse.
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81% dos consumidores que compram online entrevistados numa pesquisa da Nielsen disseram que a possibilidade de comprar a qualquer momento durante o dia é a principal razao para escolher fazer compras pela internet no Natal. 77% apontaram a economia de tempo como 2a razao mais popular para o ecommerce. Na sequência, os consumidores apontam a possibilidade de comparar preços (61%) e de encontrar os produtos com facilidade (56%). A busca por preços baixos e a atraçao por frete barato mobilizam, respectivamente 46% e 24% dos consumidores.
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